Babel:Pt/Os Lusiadas

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Os Lusíadas é um épico renascentista escrito pelo brilhante poeta português Luís Vaz de Camões, que tinha como principal objectivo, na altura em que escreveu a obra (p'rai há 500 anos atrás), fazer da vida dos alunos do 9º ano e agora também do 12º ano um 'living hell', inferno vivo, a partir início do século xx. Os portugueses em geral orgulham-se imenso em ser o único povo do planeta que tem um épico baseado em factos reais (descoberta da Índia por via marítima), cuja escrita é tão complicada que torna impossível a tradução para outras línguas, para que o resto do mundo pudesse também saber que os portugueses são o único povo do planeta que tem um épico baseado em factos reais. Mas, como somos superiores a tudo não sentimos a necessidade de mostrar os nossos potenciais. É só por isso mesmo, nós até não somos malandros.

Esta grande obra é constituída por milhares de estrofes decassilábicas de rima cruzada ou emparelhada, não sei, sem que uma palavra esteja correctamente conectada à prévia ou à seguinte, fazendo com que seja impossível ao ser humano normal se interessar por ler metade de uma estrofe, quanto mais fazer um resumo de um episódio, como o da Inês de Castro, o qual mesmo sendo considerado o mais belo, é fonte infinita de aborrecimento. Aliás é da mais profunda compreensão, que Luís Vaz de Camões é considerado disléxico. Para exemplificar isto, a sua escrita pode ser equiparada àquela dos adolescentes viciados em SMS's e MSN - komx xtax??!! tud bm... na seh... oixxxxz... olax... amut..., etc.

Apesar de ser uma obra baseada em factos reais, é bem conhecido que nem tudo retratado é real, ex: O consílio dos Deuses, O velho do restelo e orientação sexual de Inês. É verdade; Inês era aquilo que se chama 'homosexual-erradamente-retratato-como-heterosexual-num-épico-dado-a-alunos-do-decimo-segundo-ano-que-ja-leram-a-obra-no-nono-ano'.

Excerto do episódio de Inês de Castro adaptado aos alunos do nono ano.

Extavs, linda, ines, posta a dormir.
de teus anos recolhendo compal ou coca-cola,
naquela leitura da Maria, leda e cega (ela não sabia ler)
que a fortuna, coitada, não deixa durar muito.
Nos campos em decomposição do mondego
dos teus olhos a brilhar e vermelhos
aos montes enrolando a erva.
o nome que no peito tinhas taduado.

Do teu man ali te mandavam SMS
as lembraças k na tavam no coração dela.
k tava sempre na cabeça,
quando ja nao eras boa, princesa,
de noite sonhava sobre ele, aquele mentiroso
de dia, so pensava nele
e quando se viam,
eram so memorias boas